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A Amendoeira

As amendoeiras (Prunus dulcis), famosas pela sua beleza em floração, são características na região de Trás-os-Montes e Alto Douro e também no Algarve. São árvores de folha caduca e pertencem à família Rosaceae.

É uma espécie tipicamente mediterrânica, de clima quente e seco na Primavera, que resiste bem à secura, ao calcário e ao P.H. elevado. As flores são hermafroditas, mas no entanto apresentam auto-incompatibilidade, o que obriga à polinização cruzada. Ou seja, o pólen de uma flor poliniza o estigma de outra flor, mas podem ser ambas flores da mesma árvore. Portanto, não é obrigatória a presença de duas árvores para ocorrer a polinização e posterior frutificação.

Os agentes de polinização podem ser, o vento, os pássaros ou os insectos. No caso da Amendoeira, a polinização é entomófila.

Apesar da grande maioria não o ser, existem cultivares auto-férteis. A Amendoeira demora entre 2 a 3 anos a entrar em produção (dar frutos) e a época de colheita situa-se entre Agosto e Outubro, variando com a localização e as cultivares.

Páscoa Feliz!


Os alunos e Professoras da Escola Básica do 1.º Ciclo de Sandiães desejam-te uma Páscoa Feliz!

Dia da Árvore e Dia Mundial da Floresta

21 de Março

Dia da Árvore e Dia Mundial da Floresta



A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.

A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo e, em Portugal, comemorou-se pela primeira vez a 9 de Março de1913.

Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.

Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.

19 de Março - Dia do Pai





Porque o pai é alguém muito especial e muito querido quisemos presenteá-lo com um amoroso postal. Como ficou bonito o nosso postal realizado no programa Microsoft Publisher!

Análise do P.H. do Composto





Na nossa visita à quinta de Pentieiros aprendemos que a terra tem P.H. Além disso, ensinaram-nos a medir o P.H do nosso composto, a temperatura, a humidade e a virá-lo.
Ora observem com atenção!

Visita à Quinta de Pentieiros


Hoje fomos a Pentieiros dar continuidade ao nosso projecto da compostagem.
Aproveitámos para levar a prenda da nossa Princesa e ficámos tristes porque já não estavam lá os leitões. O Sr. Engenheiro disse-nos que estavam noutro local.
Depois fomos até à casa dos desafios e a Sra. Engenheira contou-nos uma notícia maravilhosa: a visita ao aterro sanitário! Ficamos muito contentes, radiantes!
Aprendemos que a terra tem P.H e fomos medir o P.H do nosso composto, a temperatura, a humidade e virámo-lo.
Foi muito interessante esta visita que fizemos a Pentieiros.

O conto "A Floresta"


"A Floresta" conta-nos a história de Isabel, uma menina de 11 anos que realiza o sonho de se encontrar com um anão e que percebe que, afinal, o espaço onde habitualmente brinca, a floresta, guarda segredos tão grandes como o da actividade de um bando de salteadores e de um tesouro construído com o Mal que se transforma em Bem. Isabel percebe também, com Cláudio, o professor de Música que é também poeta, e com o próprio anão, o veneno que pode ser a riqueza ou o dinheiro.
É, sem dúvida, um memorável lugar em que o maravilhoso e o equilíbrio imperam.

«As altas copas das árvores formavam uma abóboda verde. Os troncos das bétulas desenhavam na verdura as suas manchas brancas. Não se ouvia voz nem passo humano. As folhas caíam rodopiando devagar em largos círculos e pousavam quase sem ruído na macieza do chão. Aqui e além estalavam ramos secos. Aqui e além um pássaro cantava. Ervas trémulas dançavam à menor brisa. No ar pairava um perfume de maçã de Outono.
A água clara da fonte cantava ao cair de pedra em pedra. Era a mesma fonte onde tanta vez tinham bebido os caçadores estouvados, os bandidos terríveis e os sábios anões tão alegres e tão sisudos.»
In: "A Floresta" de Sophia de Mello Breyner Andresen